ASSASSINATO DO CADI

Quinta-feira, Abril 23, 2009 by cadiufes

O espaço físico do CADI foi desativado.

Dentre outros motivos, pela FALTA DE INTERESSE E PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS.
O CADI existe por conta dos e para os estudantes. Porém, percebe-se que os ESTUDANTES DE DESENHO INDUSTRIAL não têm o menor interesse em PARTICIPAR de discussões e ATIVIDADES relacionadas ao seu próprio CURSO. Além disso, deve-se pensar na imagem que o espaço CADI e sua utilização passam pára as pessoas participativas e influentes envolvidas nos âmbitos universitários, tal como representação estudantil. Que imagem queremos passar?

Participar de um Centro Acadêmico não é utilizar o espaço só para BARBARIZAR*.

Um Centro Acadêmico é uma entidade na qual estudantes, antes de tudo*, discutem propostas para um CURSO e uma CARREIRA mais coerentes com as realidades da UNIVERSIDADE e do MERCADO DE TRABALHO.
Até que uma reflexão sobre a funcionalidade do espaço físico do CADI e que os alunos dêem reais motivos para que outras atividades sejam realizadas, a sala continuará fechada e nenhuma outra atividade será exercida pelo que resta da gestão.
As tarefas obrigatórias que se referem à representação estudantil – particiapação em reuniões de departamento, colegiado e do conselho do centro de artes – continuarão sendo exercidas pelos interessados da gestão.
Por conta desses motivos, o que resta da diretoria eleita e atuante deste Centro Acadêmico decidiu ASSASSINAR este espaço físico.

*BARBARIZAR: fumar cigarros e deixar guimbas, as pontas fedidas de baseados…, sachês de katchup, garrafas de coca-cola e refrigerecos, guardanapos gozados e outros lixos no chão; comer besteiras, encher a porra da cara; drogar-se de outras formas; dormir; jogar cartas; fofocar sem fundamentos; telefonar para o namorado(a), passar trote e traficar; cagar, pintar e desenhar merdas nas paredes; deixar capacete e outros podres pertences; tocar violão, cantar desafinado; fazer rock; sempre podrar; abandonar trabalhos acadêmicos e tocar o puteiro no geral ad infinitun.

Os últimos interessados:
Gustavo Binda
Juliana Colli
Juliana Lisboa
Rayza Mucunã

Batalha de playlists

Quinta-feira, Agosto 14, 2008 by cadiufes

UFES CEMUNI 4 DIA 15 SEXTA-FEIRA 19h

Traga seu mp3, mp4, mp5, mp6, mp7, disquete, Cd, DVD, pen-drive e entre na batalha. Você terá apenas 10 minutos para mostrar a todos o seu refinado gosto musical e a galera irá escolher o melhor Dj que tocará por mais 15 minutos desfrutando seus minutos de fama e triunfo.

Se não quiser discotecar, você pode assistir a vídeos criteriosamente selecionados para serem projetados durante a festa. Assita a uma nostálgica mostra de vídeos de comerciais de tv, desenhos animados, novelas mexicanas, filmes da sessão da tarde, clipes musicais desde a década de 80.

Se não quiser ver os vídeos, você pode também beber umas cervejas com amigos e bater um bom papo.

Se não quiser bater papo, beber, discotecar, assistir aos vídeos fantásticos que serão projetados, melhor ficar em casa arrumando o guarda-roupas!

Vídeo Instalação no Cemuni5

Quinta-feira, Novembro 29, 2007 by cadiufes

cartaz

Vídeo Instalação Pan-Óptico exibe produção de estudantes da Ufes e traz reflexões sobre as múltiplas dimensões do vídeo.
Houve quem dissesse que o vídeo deveria ser pensado como imagem ou dispositivo, ou uma forma que necessariamente não existisse. Philipe Dubois, em seu livro referência Cinema, vídeo, Godard, afirma que o vídeo deve ser pensado não como um objeto e sim como um estado, uma forma que pensa e tem sentido próprio. Foi a partir dessas reflexões que os estudantes de Comunicação Social da Ufes conceberam a Vídeo-Instalação Pan-Óptico, uma reflexão sobre o real significado do vídeo e suas implicações como arte.

A instalação exibe produções em vídeo realizadas a partir do olhar de cada estudante da disciplina As múltiplas dimensões do vídeo, ministrada pelo professor Cleber Carminati. Desse modo, traz a tona a discussão sobre as novas mídias digitais e a subjetividade contemporânea. No processo de captura das imagens utilizou-se desde o velho formato VHS até às modernas e câmeras de celular de baixa resolução.A programação conta com 34 vídeos realizados individualmente ou em grupo. Entre eles, destacam-se Auto Vitrato de Maria Inez Dieuzeide de Você Viu Algum Negro Por Aí? De Alex Andrade, selecionados para a mostra competitiva do 14º Vitória Cine Vídeo. Como aperitivo, a vídeo instalação performática Detrás da Porta, de Maria Inês Dieuzeide, Regina Trindade e Gisele Pereira.A mostra, que acontece hoje (sexta-feira, 30/11), a partir das 18h no Cemuni V, no Campus de Goiabeiras, fecha a programação do V Fórum de Comunicação (FOCO), que neste ano discute Mídia e Subjetividade.

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Cinema Grátis na Universidade!

Quinta-feira, Novembro 22, 2007 by cadiufes

cine cuca

Está rolando na Ufes um projeto de difusão e exibição de filmes, o Cine CUCA, que realiza sessões gratuitas em universidades e cineclubes e atua simultaneamente em todas as 27 unidades da federação. O projeto tem como objetivos aumentar o alcance geográfico e social das produções audiovisuais brasileiras ao ocupar novos espaços e, principalmente, democratizar o acesso a esses bens.


Até o dia 15 de dezembro pelo menos 60 universidades receberão o projeto com exibições de 9 filmes nacionais, entre curtas, médias e longas-metragens. Entre os longas estão os recém-lançados “Batismo de Sangue”, “Cão Sem Dono” e “Conceição – Autor Bom é Autor Morto”, primeiro longa dirigido apenas por universitários. Os dois documentários de média-metragm dirigidos por Silvio Tendler sobre o movimento estudantil também estão em cartaz.

Aqui na Ufes o Cine CUCA começa no dia 23 de novembro e vai até o dia 30. Os filmes serão exibidos no auditório do IC 4.

PROGRAMAÇÃO:

Batismo de Sangue __________ 23/11 às 09:00 hrs

Conceição _________________ 26/11 às 19:00 hrs

Cão sem dono ______________ 27/11 às 19:00 hrs

Memória do Mov. Estudantil ____ 30/11 às 09:00 hrs

www.cinecuca.org.br

www.batismodesangue.com.br/site.html

www.dramafilmes.com.br/caosemdono/

sentir, refletir, construir e intervir

Quarta-feira, Novembro 14, 2007 by cadiufes

Sentir, refletir, construir e intervir é o tema o arleQuinal, o R design Sampa 2007. O encontro de estudantes da regional de São Paulo vem como uma proposta totalmente inovadora quando comparada as encontros tradicionais de estudantes.

Os Debates são uma das principais atividades do Encontro, já que pretendem reunir todos os Encontristas para multiplicar nossas visões e opiniões contribuindo, assim, para a construção coletiva do conhecimento, além de iniciar a discussão sobre os três primeiros eixos temáticos: Sentir, Refletir e Construir.
A escolha de um estudante como mediador se deu pela necessidade e importância de ressaltar a horizontalidade e a colaboração na relação entre o mesmo com acadêmicos e profissionais da área.
Vamos a eles:

Sentir: Poética & Ética

Sentir a poética do design. Amor. Paixão. Tesão. Ódio. Vontade. Cutucar. Despertar. Fermentar. Motivar para Refletir.

Carla Tennenbaum |Claudia Marinho | Flávio “Barão” di Sarno |Ivo Pons |Mauro Alex Rego (UFBA: mediador)

Refletir: tensões do design brasileiro na contemporaneidade

Refletir: Reflexão coletiva. Dinâmica ampla. Design é parte disso. Idéias. Conversas. Transdisciplinaridade. Ideais. Discussões: Manifestos: estudantes manifestam suas inquietações. Fomentam, criam redes de discussões. Agite antes de usar. Balaios. Agite depois de usar. Difundem-se as idéias, as vontades, a paixão para transformar. Porém é preciso materializar essas reflexões. Materializar o desenho, a poesia, o projeto, o sonho. E construir também o intangível. Mas dialogamos com uma sociedade. Outras pessoas. Indivíduos. Desenhamos para as necessidades? Ou desenhamos necessidades? Onde estão as respostas? Como entender e se fazer entender? Gerar novos multiplicadores. Multiplicar as inquietações. Aumentar a rede? Não sabemos – ainda bem, nosso papel é revirar.

Alexandre Wollner | Dijon de Moraes | Fernando Galdino Pedron (UEM: mediador) |Luis Claudio Portugal do Nascimento | Rafael Cardoso

Construir: Design Agora? Pergunte-se como!

Construir: por a mão na massa. Um mote que queremos lançar para interagir – as novas idéias com a nova sociedade. Intervir. Propor novas idéias a partir de um processo que acontece de dentro para fora. Olhar para si próprio. Entender-se. Olhar para o outro. Os outros. O encontro. Os encontros. Encontrar novas motivações que gerem outras questões e materializem-se em intervenções. Tocar as pessoas. Contribuir para a construção de uma nova sociedade. Humanizada: arleQuinais todos nós somos.

Antônio Belchior da Silva Neto (Unesp: mediador) | Auresnede Pires Stephan (Prof. Eddy) |Christian Ullman |Molotov | Studio: Niko Fernandez & Said Wafiq |Renato de Almeida Prado

maiores informações:
http://blog.arlequinal.com/
http://www.flickr.com/photos/arlequinal/

Delegação ESPÍRITO SANTO (Ufes E UVV)

Chefes da delegação: Aline Rodrigues Botelho (UFES) e Yuri Figueiredo Santos (Universidade Vila Velha)

Local de partida: UFES
Custos: R$ 154,00

Contato:
- Aline Botelho: e-mail: alinerbotelho@hotmail.com Cel.: (48) 8404-5366
- Yuri Figueiredo – e-mail: yurifsantos@gmail.com Cel.: (27) 9901-8849

Palestra com Ari Rocha

Sexta-Feira, Novembro 9, 2007 by cadiufes

cartaz

faça o dowload do artigo sobre Ari Rocha publicado na revista abcDesign edição n° 18

ari-rocha.pdf

5 de novembro: Dia Nacional do Design

Segunda-feira, Novembro 5, 2007 by cadiufes

5 de novembro: Dia Nacional do Design faz homenagem a memória de Aloísio Magalhães

Hoje é o Dia Nacional do Design. A data brasileira foi fixada em 1998, por meio de um decreto presidencial, e faz uma homenagem a Aloísio Magalhães, nascido em 5 de novembro de 1927.

Apontado como o pioneiro do design gráfico no Brasil, Aloísio Magalhães fundou em 1954, no Recife, o Gráfico Amador, mistura de atelier gráfico e editora. Nos anos 60, depois de uma intensa atividade nas artes plásticas, o pernambucano passa a se dedicar integralmente ao design. Em 1963, ele participou do grupo que organizou a Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), então a primeira escola de design na América Latina.

Em 1964, foi o vencedor do concurso para criação do símbolo do IV Centenário da Cidade do Rio de Janeiro. No ano seguinte, elaborou projetos de identidade visual para a Light e para a Bienal de São Paulo. Ainda nos anos 60, ganhou o concurso para o design de um novo padrão monetário brasileiro. Passou a prestar consultoria no desenvolvimento de novos desenhos para notas e moedas brasileiras. Em 1970, desenvolveu para a Petrobras aquele que é considerado o primeiro grande projeto de design no país, abrangendo itens como marca, embalagem, identidade visual nos postos de distribuição e até mesmo a bomba de gasolina.

Nos anos 70, seu escritório criou sistemas de identidade visual para grandes empresas nacionais, privadas e estatais – Banco Central, Caixa Econômica Federal, Furnas, Banco Nacional, Companhia de Gás de São Paulo, Itaipu Binacional, Comlurb – Companhia Municipal de Limpeza Urbana, Companhia União dos Refinadores de Açúcar e Café, Companhia Souza Cruz, entre outros.

Para saber mais sobre Aloísio Magalhães, leia o verbete na Enciclopédia do DesignBrasil. Ou visite a página do Museu de Arte Moderna que leva seu nome, em Recife (www.mamam.art.br).

Independência ou Morte?

Quarta-feira, Outubro 31, 2007 by cadiufes

Esse é o tema do 3° R design da regional Centro Oeste/Minas Gerais que acontecerá, esse ano, em Ouro Preto durante os dias 01/12 a 04/12 de novembro. O evento, organizado por estudantes mineiros, tem a proposta de valorizar o que é nosso, culturalmente, academicamente e em todos os aspectos, para que possamos ter uma identidade própria e livre de interferências estrangeiras.

http://rdesign.lojadesign.com.br/

Alunos capixabas irão marcar presença no evento!!! Uma delegação, organizada por alunos do DI-Ufes, sairá de Vitória amanhã dia 31/11/07 às 22h. Responsavél pelo ônibus Nicoli, tel (27) 9241-2431.

REUNI na Ufes

Sexta-Feira, Outubro 26, 2007 by bolotas

“Olê, olê, olê, olá / esse Reuni não vai passar / ocupo reitoria para não privatizar”

reitoria reitoria

Ontem (25/10/07), em Vitória, no campus de Goiabeira da Ufes, às 14:30 estava marcado a reunião do Conselho Universitário da Ufes. Em pauta, não constava a apresentação e a votação do projeto REUNI. Porém, o DCE não deu credibilidade para a pauta (por conhecer a administração da reitoria) e convocou um ato para tentar barrar a possível votação no Conselho Universitário (CUn). Este ato foi marcado para ter início às 10h, com concentração em frente à reitoria. Ao chegarmos lá, encontramos o prédio de portas fechadas, com uma tropa de vigilantes federais constituindo uma barreira humana. Isso tudo para impedir a nossa entrada no prédio da reitoria (espaço público). Os seguranças, primeiramente, não apontavam motivos para o impedimento, apenas diziam que nós não poderíamos entrar, que eram ordens superiores. Após algum tempo, quando tentamos novamente o enfrentamento, alguns deles disseram que a barragem era para defender o patrimônimo público, alegando que nós o depredaríamos se entrássemos. Sem contar que as portas só estavam fechadas para os alunos que faziam parte do movimento/ato, as outras pessoas (funcionários do prédio ou não, contando que não apresentassem ameaça à reunião do conselho) podiam entrar e utilizar o prédio público normalmente. Com isso, o movimento decidiu, em plenária na hora do almoço, que formaria uma barreira humana para não deixar ninguém mais entrar. Além disso, também foi decidido fazer um tapete de ovos para dificultar ainda mais o acesso ao prédio. Conseguiu-se barrar muitas entradas, porém também houve enfrentamento com muitas pessoas que reivindicavam a entrada no prédio. Mesmo assim, a barreira continuava irredutível em frente à reitoria. Além da porta central, havia duas entradas por trás do prédio. Também nelas foram feitas barreiras humanas. Inclusive, em uma dessas portas, houve agressão a um estudante por parte de um funcionário da reitoria. Às 14:30 começou a reunião e os representantes discentes que lá estavam comunicaram ao resto do movimento que havia quorum para iniciar o conselho. Primeiramente, o movimento começou a pensar em uma estratégia de ataque. Quando os alunos que estavam lá dentro avisaram que o projeto do REUNI entrou em pauta emergencial e já estava sendo apresentado para iniciar a votação, os estudantes entraram em enfrentamento com os vigilantes, forçando a entrada no prédio. Conseguiu-se entrar no prédio e ocupar a sala do CUn.

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REUNI: EXPANSÃO OU ESCOLÃO?

Sexta-Feira, Outubro 26, 2007 by bolotas

Por Marcelo Badaró Mattos (*)
Nos próximos dias, os Conselhos Superiores das 52 Universidades Federais estarão votando a “adesão” das Instituições ao Programa de Reestruturação das Instituições Federais de Ensino Superior, programa criado pelo governo federal, através de decreto presidencial.

Não é simples avaliar o que está em jogo. De um lado, uma proposta de mudança radical dos cursos superiores nas Federais é definida por decreto, sem qualquer debate prévio com a comunidade universitária ou a sociedade.
De outro, uma simulação de debate democrático nas universidades, com a idéia de que a “adesão” ao programa é voluntária. Por que simulação? Porque a chave da proposta é uma chantagem: o governo oferece recursos adicionais para as instituições aderentes, em troca do cumprimento de determinadas “metas”, numa reedição da velha fórmula do contrato de gestão, lançado por Bresser Pereira quando ministro do primeiro mandato de Fernando Henrique. A Autonomia Universitária, princípio garantido pela Constituição de 1988, perdeu-se no caminho.

As metas são o primeiro sinal do que se esconde por trás da proposta, mas é preciso saber compreendê-las. Entre elas, as principais são: dobrar as matrículas nos cursos de graduação; elevar a taxa de conclusão para 90% e estabelecer uma relação professor-aluno de 1:18, tudo em cinco anos. A princípio, tudo de bom. Quem pode ser contra expandir as vagas e diminuir a evasão. A verdade, porém, é que tais indicadores são absurdos. Uma taxa de conclusão de 90% não existe sequer nos países de desenvolvimento industrial avançado (a média da OCDE é de 70%). Já a relação professor aluno de 1:18 (a média atual é de cerca de 1:14,5), considerando-se a existência de professores em atividades administrativas e de disciplinas práticas com limitações técnicas que exigem número reduzido de alunos (pensemos numa turma de prática de neurocirurgia, por exemplo, e avaliemos se ela pode ter mais de três alunos), significa na prática que as turmas da maioria dos cursos, especialmente as dos primeiros períodos, terão média superior a 70 estudantes, e não há sequer salas de aula suficientemente grandes para isso. Como o Decreto supõe que as Universidades possam chegar a cumprir tais metas?

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